10 anos designers, sócios e casados: 10 conselhos do fundo do coração para você!

    1024 492 Melina e Raphael

    Sim, esse dia chegou! O dia que completamos d-e-z anos como sócios. Podemos dizer que a gente nunca imaginou que chegaria nesse marco. Porém, quando a gente fez o cadastro do nosso primeiro endereço de site (que era carinhaspersonalizadas.com.br) em 2008, marcamos a data de vencimento para dali a nove anos. Ou seja, algo no fundo da nossa intuição queria muito ver esse sonho florescer.

    Que conselho vocês dariam para quem está começando e quer ver seu projeto durar 10 anos? A gente recebe muito essa pergunta e chegou o momento de dar nossos 10 conselhos do fundo do coração!”

    Muita gente pensa que é só ter uma ideia maneira que o resto acontece. Ih, que lorota! De ideia bacana o mundo tá cheio, o negócio é conseguir tocar essa ideia pra frente, fazer aquele projeto ser sustentável a longo prazo. Aí que o bicho pega! Então, depois de 10 anos de alegrias e também muitos perrengues, vamos aos conselhos.

     

    1 – Aconteça o que acontecer, compartilhe sua visão de mundo

    Produzir textos e conteúdo. Essa foi a coisa mais acertada que a gente fez desde o dia 01 da nossa empresa. O dia 01 inclusive é marcado justamente pela criação de um blog. Naquele momento, a ideia era divulgar nossos desenhos personalizados, que batizamos de Carinhas. Cada post contava a história de uma pessoa que nos procurou, o que ela pediu e como ficou a Carinha. Simples, objetivo e verdadeiro. Sem firulas, sem técnicas de marketing, nada disso. Era apenas a gente contando um pouco sobre como era fazer nosso trabalho.

    Foi graças a esses posts que conseguimos atrair mais e mais pessoas. Quando começamos a focar mais em marcas para pequenas empresas, as Marcas Apaixonantes, nós criamos conteúdo também. Agora, além de contar as histórias dos nossos clientes, a gente conta nossa visão e nossa forma de fazer as coisas. Não temos pretensão de ditar regras ou de mostrar o que é certo. Mas de compartilhar um pouquinho nossa profissão, o que achamos ser bacana fazer no Instagram ou então como é nosso processo de criação de uma Identidade Visual, por exemplo. Ou seja, fale sobre o que sua empresa pensa e sente! Compartilhe com as pessoas sua visão de mundo. Vai te ajudar demais a atrair quem você pode ajudar com o que sabe fazer e, assim, ter um negócio durável e apaixonante.

    Ter um blog e falar o que a gente sente e pensa fez toda diferença nesses 10 anos – carinhas.com.br/blog

     

    2 – Você precisa de clientes e o seu cliente precisa de você

    É bem comum a gente ver a relação de cliente e prestador de serviço mais ou menos assim: o cliente está pagando, então eu devo algo a essa pessoa. Por isso, essa pessoa manda e eu, como prestador de serviço, obedeço e faço o máximo para não contrariar ou irritar o meu cliente. Mas, peraí, a gente precisa rever essa relação. Na realidade, essa é uma relação de troca! Ou seja, o cliente troca um pagamento em dinheiro por um serviço (ou produto) a altura, que vai resolver um problema dele. Percebe que você, como empresa, precisa de clientes. Mas, os clientes também precisam de você. Claro, por isso essa pessoa está te contratando.

    Sendo assim, essa pessoa te contrata pelo pacote completo: o que você sabe, seus conselhos e sua visão de mundo também. Por isso, sua empresa tem todo direito de dizer como prefere que seja essa relação. Quando entendemos dessa forma, passamos a atrair cada vez melhores clientes, que mais tem a ver com a gente. E, passamos também a ter projetos feitos de maneira mais feliz para ambos os lados! Com essa ideia de igualdade, nos sentimos seguros para cobrar o preço que acreditamos ser justo e determinar o prazo que melhor atende nossa forma de trabalhar, por exemplo. Ou seja, deixamos de lado pensar em entregar “o mais barato, o mais rápido possível, como o cliente quiser”. Não precisa ser assim! Ou seja, valorize o que você sabe fazer e entenda seu cliente como parceiro. Isso vai te ajudar demais a ter uma empresa com vida longa.

    > Leia também: “Como nasce uma identidade visual: nossa metodologia etapa por etapa”

     

    3 – Sua empresa, seu jeito

    Quando a gente começa na própria empresa, tudo é difícil demais. Pra começar, a gente nunca foi treinado na vida a ter autonomia sobre o nosso próprio tempo. Ou seja, desde a escola já temos uma grade de horários certinha pra cumprir. Temos alguém nos passando o dever de casa e dizendo onde precisamos prestar atenção. Depois, no trabalho, em geral temos um superior que divide nosso tempo e nos diz o que fazer a todo momento. Chega na nossa empresa e… deu ruim! Muitas vezes não tem ninguém e a gente se embanana todo.

    Por isso, começamos a imitar as regras que já conhecemos. Então começa, uma chuva de “tem que ter”. Tem que ter telefone pra atender as pessoas, tem que ter um escritório em um prédio comercial, tem que ter uma sala de reunião. Mas, pensa comigo: você saiu desse sistema. Já pensou que quem manda na sua empresa é você? Então, que tal pensar em trabalhar da forma que você se sente mais confortáve? É do interesse do seu cliente que você trabalhe da melhor forma para você, assim, vai trabalhar muito melhor. Ou seja, deixe as regras prontas que não fazem sentido para você de lado. Em 10 anos, a gente deixou de ter telefone (ele estava nos enlouquecendo). Paramos completamente de marcar reuniões (quantas reuniões não poderiam ser substituidas por um simples e-mail?) e nunca tivemos uma sede física, sempre trabalhamos em home office. E tá tudo bem. Quanto mais do seu jeito, melhor.

    Precisa ser do seu jeito, respeite a sua forma de trabalhar e valorize o que você faz!

     

    4 – Se você não parar, o “momento corrido” nunca passa

    Se você começa a empreender, tem alguém que vai querer muito ser sua amiga. A correria. Funciona assim: uma pessoa amiga te convida pra um passeio no fim de semana, então você diz: “ih, não posso, estou num momento de muita correria na minha empresa, tá uma loucura”. Aí uma outra pessoa te propõe planejar uma viagem com antedecência: “não vai dar, essa época tá muito difícil pra mim, muito corrido”. Ou então você cogita a possibilidade de ficar um simples fim de semana totalmente fora do trabalho, mas repensa em seguida: “melhor não, quem sabe mais adiante, agora estou muito cheia de tarefas na minha empresa”. Reparou no padrão? Se isso está acontecendo com você, eu te digo: a correria é o padrão! O que você pensa que é “só um momento” ou “só uma fase ruim” pode se tornar seu normal. E ó: não é normal!

    Então, nesses 10 anos, a gente se deixou envolver em muitos momentos por essa dedicação exclusiva. Nos demos conta que, desde o dia 01 como sócios, em julho de 2008, nós nunca saímos da empresa por um mês seguido até hoje. O nosso máximo foram 10 dias de férias na nossa lua de mel e depois 10 dias no ano passado quando fomos curtir o verão na praia. Fazemos uma pausa estratégica todo janeiro desde 2014, mas ela é usada para trabalharmos nos bastidores da empresa. Por isso, o apelo desse conselho (pra você e pra nós mesmos) é: a pessoa empreendedora vem primeiro. Vamos parar de propósito porque senão a correria vai nos consumir.

    > Leia também: “Precisa de mais produtividade? 4 motivos para fazer uma pausa estratégica”

     

    5 – Você nunca vai “chegar lá”

    Calma, esse não é um conselho tipo “balde de água fria”. É o seguinte. Existe um lugar, muito muito distante, chamado “lá”. É aquele lugar ao qual todas as pessoas se referem mas nunca sabem direito as coordenadas. O “lá” é aquele suspiro que a sua tia dá quando diz “tenho fé que, com a sua empresa, você vai chegar lá”. O “lá” é um lugar que todo mundo parece que está chegando, menos você. Tudo isso pra gente falar um pouquinho sobre sucesso. Venderam pra nós que sucesso é muitas coisas. Muita gente acredita que sucesso é poder comprar o que quiser, ter fama e reconhecimento. E, assim, ter um carrão, uma casa gigantesca e a lista vai longe. Essa ideia de sucesso, além de ser pra poucos, é uma receita pronta. Será que você deveria pensar só em chegar “lá”?

    Porque, assim que você chegar “lá”, o mundo externo vai dizer: “parabéns, agora temos outro ‘lá’ pra te dar”. Ops, que cilada! Sendo assim, é urgente e pra hoje que você comece a definir o SEU conceito de sucesso. Pessoal e intransferível. E múltiplo também. Por exemplo, lá em 2008, nosso conceito de sucesso era fazer uma venda para uma pessoa desconhecida, para alguém que não era nem amigo, nem parente. Uau, aconteceu, chegamos lá! Enquanto isso, o conceito de sucesso das pessoas era que a gente tivesse uma loja em um shopping, por exemplo. Estamos sempre pensando nos nossos objetivos do nosso jeito. Se você comprar a ideia de sucesso que os outros tem pra você, não vai conseguir chegar “lá”. Mas, se você desenhar seu caminho, cada “lá” será uma dancinha da felicidade bem no seu íntimo, que vai te motivar a continuar.

    Alguns mantras que caligrafamos e deixamos bem perto: “Faça menos com mais foco”, “Tem um universo aqui dentro” e “Progresso é melhor que perfeição”.

     

    6 – Não existe solução definitiva

    Empreender é lidar com muitos problemas e questões. Tem horas que o debate vai longe: Por qual caminho seguir? Como conquistar mais clientes? Aumento esse preço? E esse produto aqui que não está vendendo bem, o que eu faço? É dilema atrás de dilema. Por isso, acontece da gente imaginar que existe uma única solução que vai resolver tudo como mágica. Tipo: meu site novo vai ser um estouro, quando eu lançar vai resolver todos os meus problemas! Aí você lança o site novo e cri-cri-cri… nada! Não acontece nada. Porquê nenhuma ação isolada que você fizer, na sua empresa, vai resolver todos os seus problemas. Melhorar as coisas e andar pra frente te exige um conjunto de ações. E mais: ações constantes, frequentes!

    Então, não existe uma resposta só pra cada dilema. Existem mais perguntas. Por exemplo: “Como conquistar mais clientes?”. Depende. Como os que você já tem chegaram até você? O que essas pessoas disseram? Nunca atendeu ninguém? Então vamos tentar atender nosso primeiro cliente. Não sabe nem por onde começar? Qual perfil do seu cliente, que necessidade seu produto resolve? Percebe como só brota mais pergunta? Quando vem uma dúvida, o que você quer é que venham muitas mesmo. Só assim vai traçando um caminho e vendo a luz no fim do túnel.

    Se você não está conseguindo encontrar as perguntas, cola em alguém. Uma pessoa empreendedora mais experiente vai te encher com mais dúvidas! E é mesmo por aí: pra que você vá desbravando os caminhos da sua empresa. No nosso curso, “Minha Empresa Apaixonante de Dentro pra Fora” a gente tem muuuitas perguntas pra você. Isso porque só tocamos no mundo interno da sua empresa! Ou seja, esqueça a ideia que uma coisa só vai resolver tudo. Um cliente, um site, um evento, um produto, uma marca nova… não vai! Coragem para responder os dilemas e todas perguntas que vierem no caminho.

    > Leia também: “Finalmente criamos um curso online! E aprendemos 5 coisas que ninguém conta”

     

    7 – O home office é possível

    Quando a gente começou, em 2008, foi muito normal trabalharmos de casa. Ganhamos horas no nosso dia e, claro, economizamos o pesado aluguel de uma sala comercial. É nessa hora que muita gente diz: “Poxa, não consigo trabalhar em home office, minha cama e sofá me chamam”. Ou ainda, “meus familiares me interrompem e não respeitam meu espaço”. Nossa dica é: delimite um espaço só seu e trabalhe menos! Ué, casal, na minha empresa eu tenho um monte de coisa pra fazer, não posso trabalhar menos. Pois é, mas você pode estar com uma lista impossível de tarefas: grandes e acumuladas. Nós podemos ser nossos piores e mais exigentes chefes e não aprendemos a administrar nosso tempo, como comentamos antes.

    Ou seja, quando olha pra aqueles “monstros” de tarefas, sai correndo pro sofá, procrastinar mais um pouco. De fato, tarefas impossíveis são assustadoras e dá vontade de fugir. Faça uma agenda possível: com menos tarefas para trabalhar menos e melhor, com mais foco. Você não vai conseguir realizar 10 tarefas em um dia. Nem você nem ninguém, só vai render frustração e exaustão. Com menos tarefas, você faz o que precisa fazer e depois vai desfrutar da sua casa, da sua família, que faz muito bem. Ou seja, a cama que convida e o sofá que seduz são sintomas de um problema maior, que também vão te atrapalhar em um escritório fora de casa. Afinal, quando você sai para trabalhar, a cama convidativa se transforma nos colegas que gostam de bater papo, por exemplo. A gente não trabalha as 8 horas tradicionais em um escritório. Trabalhamos muito menos, sem perceber.


    > Leia também: “6 problemas que impedem sua pequena empresa de apaixonar (e como resolvê-los)”

     

    8 – Não tenha medo do preço justo

    Ter uma empresa é travar uma batalha com os preços que vamos cobrar. Tem muitas pessoas empreendedoras capacitadas e cheias de energia que são seus piores carrascos. Jogam seu próprio preço lá em baixo e ainda conseguem encontrar mil motivos pra isso. Essas pessoas dizem “mas é que a cliente estava sem dinheiro e pediu descontão”, “mas o cliente é meu amigo e foi afetado pela crise”, “puxa, na minha cidade esse é o preço, senão estou lascado”. Repara que a pessoa está mais preocupada com a situação financeira dos seus clientes do que a dela. E aí o que acontece? Os clientes seguem sua vida muito bem, obrigado, e a sua empresa vai a falência. A gente já viu isso acontecer, e muito, e não aconteceu com a gente por um triz!

    Então, é sempre o momento de você se valorizar mais. Sendo assim, coloque no papel tudo que você já investiu na sua empresa: equipamentos, cursos, livros, tempo! E mais, esse equipamento vai se depreciar e você vai precisar comprar um novo em algum momento. Nesse dia, será um rombo no seu caixa ou você já vem contando com isso no seu preço e tem o dinheiro reservado? Ou seja, deixe pra trás, na sua vida empreendedora, pensar no melhor negócio para o seu cliente. Essa pessoa sabe reconhecer um trabalho que tem valor e pagar preço justo por ele! Preocupe-se em engrandecer suas propostas comerciais, em adicionar valor nas suas entregas colocando mais itens incríveis. Ou seja, mostre o quanto você investiu pra fazer o que faz com muita competência e muita paixão. Se você não valorizar o que faz, ninguém mais valoriza.

    Rola muito debate nesse pequeno home office! Que já teve 5 endereços em 4 cidades de 2 países diferentes!

     

    9 – Casados e sócios: é viável

    Esse é um conselho bem específico, mas muito familiar pra nós. Nos tornamos sócios antes mesmo de casar, eramos namorados! Ou seja, a sociedade na empresa veio primeiro. Aí, muita gente diz: “casal, socorro, eu nunca conseguiria ser sócia do meu parceiro”. Ok, mas uma coisa é fato: vocês já são sócios. O casamento é uma espécie de sociedade, né? Vocês vão ter que decidir, juntos, onde morar, o que fazer, o que pretendem para o futuro. Essas decisões são tomadas com muita conversa, muitos debates e até brigas, porque acontece mesmo. Então, na real, você já é sócio da pessoa que escolheu casar. E tudo bem você não querer ser sócio em mais uma empreitada, a gente compreende.

    Lembrem-se de sempre conversar sobre os papéis de cada um na empresa. Por exemplo, quando começamos, era Melina quem fazia a maioria dos desenhos de Carinhas. E o Rapha ficava focado na administração e produção de objetos. A gente separou, assim, meio no automático. Depois, descobrimos a necessidade de pausas estratégias. E, em uma dessas pausas, decidimos distribuir melhor os afazeres, afinal, o casal tem a mesma formação em Design. Ou seja, não deixem que os papéis que vocês já desempenham por comodismo ou costume sejam a regra. Estejam sempre cuidando do que o outro está fazendo e se aquela pessoa está satisfeita e feliz. No mais, o respeito e admiração que vocês já tem um pelo outro só faz a sociedade na empresa ganhar. Afinal, vocês casaram por ver naquela pessoa um parceirão ou uma parceirona! Então, vocês tem potencial para se dar as mãos em muitas jornadas incríveis, como empreender.

     

    10 – Sua energia é limitada

    Sua energia tem limites. E isso é uma coisa muito boa! Porquê te permite realizar, trabalhar e depois descansar pra recarregar as baterias. É simples e normal da vida, mas, quando empreendemos, a gente entra numas de ser super homem e mulher maravilha. Vamos deixar esses dois pros filmes e desenhos mesmo? Porquê esses estereótipos só nos fazem mal. A “mulher maravilha” e “super homem” da vida real são pessoas sobrecarregadas! Isso não é bonito nem saudável. As pessoas precisam recarregar, ter momentos de descanso. Então, limite o que você faz e procure uma rede de apoio. Não tente fazer tudo por conta própria! Não vai dar, você vai colocar energia que não tem e vai acabar explodindo. De cansaço e de frustração.

    Não tem problema você não abraçar tudo, é até melhor para sua empresa! Por exemplo, antes, a gente fazia a Identidade Visual (que chamamos carinhosamente de Marcas Apaixonantes) e entregava também os materiais impressos e site. Dessa forma, a gente lidava com muitas entregas diferentes. Sendo assim, percebemos que estávamos colocando energia em vários tipos de tarefas. Sendo que a nossa tarefa favorita, e a que fazíamos melhor, é a criação da Identidade Visual. Por isso, restringimos: não entregamos mais nada impresso e não trabalhamos com sites. Nesses casos, indicamos parceiros! Ou seja, direcione sua energia pra onde você precisa e tudo bem ela ser limitada. Procure parceria, rede de apoio. Empreender pode ser muito solitário, que a gente possa sempre pedir ajuda e dar a energia possível pra nosso fazer!

    Dez anos e muita energia pra colocar onde a gente tem paixão e brilho no olho! Agradecemos por você estar aqui! <3

    Quando a gente se propôs a fazer 10 tópicos para 10 anos, não imaginamos que renderia tantos assuntos diferentes! Por isso, deu vontade de continuar o papo! E você? Tem empresa há quanto tempo? Já se viu em alguma das situações que falamos aqui? Esperamos seu comentário!

    Aproveitamos pra te agradecer por estar com a gente sempre dando muito carinho, apoio e força pra nós! Que venham mais 10 anos com aprendizados sempre! Abraços do casal!

    ESCRITO POR

    Melina e Raphael

    Um casal, muitas ideias! Sócios desde 2008, somos apaixonados por ilustrar pessoas através das Carinhas, desenvolver Marcas Apaixonantes e criar mantras do bem, na Mantly. Cariocas vivendo em Portugal. Curiosos, otimistas e praticantes de dancinhas da felicidade.

    Todos os textos escritos por: Melina e Raphael

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