Símbolo: é obrigatório ter um na minha marca gráfica?

Símbolo: é obrigatório ter um na minha marca gráfica?

Símbolo: é obrigatório ter um na marca da minha pequena empresa?

Símbolo: é obrigatório ter um na marca da minha pequena empresa?

“Preciso de uma marca e já quero saber como será o símbolo”. É bem comum recebermos clientes que associam diretamente marca visual (também conhecida como logo, logomarca e outros) a um símbolo. Há quem ande por aí olhando para as fachadas das lojas e empresas ou reparando nas roupas do armário e objetos em casa. Bom, se a Apple usa a maçã mordida como símbolo e a Starbucks usa aquele desenho da sereia, toda marca deve ser um símbolo, certo? Errado!

As marcas não precisam, necessariamente, de um símbolo. Elas precisam sim de outra coisa indispensável: um repertório completo!

Basta pensar em mais algumas empresas e vamos encontrar outros exemplos famosos que não tem símbolo nas suas marcas visuais, como o Google e a Coca-Cola. Como essas marcas fazem então para ter uma identidade visual forte? Vamos a dicas possíveis para sua pequena empresa.

 

O símbolo precisa ser parte de algo muito maior!

Você já entendeu que a presença de um símbolo é opcional para sua marca. Sendo assim, ter ou não um símbolo é uma decisão estratégica. E, com ou sem símbolo, a marca deve contar com algo muito maior, do qual o símbolo é apenas uma parte: um repertório. Mas, o que isso significa? Repertório é um conjunto de elementos que vão fazer parte de toda a identidade visual.

Primeiro deve existir o repertório verbal, antes mesmo de pensar no visual em si. Ou seja, sua marca precisa ter um nome e uma tagline. Além disso, ela precisa de uma estratégia completa que descreva os benefícios que ela entrega, os produtos, quem é o cliente dos sonhos e até mesmo o conceito criativo por trás da marca. Gostamos muito de utilizar um texto que descreve o que ela faz, para quem, de que maneira, quais são seus diferenciais únicos e mais, como em um diálogo com o perfil de clientes dos sonhos da marca. Nos nossos projetos de Marca Apaixonante, por exemplo, chamamos esse texto de Manifesto da Marca. A Estratégia e o Manifesto servirão como base e fonte de inspiração para o repertório visual da sua pequena empresa.

Leia também – Como nasce uma Estratégia de Marca? Nossa metodologia etapa por etapa

Marca Apaixonante para a Förena: a marca visual não tem símbolo, mas a identidade tem um repertório. Clique aqui para ver o projeto de Marca Apaixonante completo.

Elementos visuais básicos para o repertório da sua marca

Agora que sua marca tem uma estratégia completa organizada, podemos falar sobre o visual que será criado tendo essas informações como norte. Sendo assim, começa a nascer uma identidade visual que é constituída por diversos elementos. Alguns dos mais básicos são:

  • Marca visual: a marca visual é o elemento mais comum e que logo vem ao imaginário quando pensamos em identidade visual. Trata-se da assinatura do nome da marca, que pode ser acompanhado ou não de um símbolo.

A Anama é uma marca que tem símbolo. Clique aqui para ver o projeto de Marca Apaixonante completo.

  • Paleta de cores institucional: são cores escolhidas a dedo para fazerem parte daquela identidade. A paleta pode ter, desde uma cor apenas, até cerca de cinco ou seis cores diferentes. É muito importante que a empresa não use outras cores de fora da paleta por uma identidade consistente e harmoniosa.
  • Grafismos ou ilustrações: muitas vezes a identidade vai precisar de desenhos ilustrativos, esquemas explicativos ou ilustrações de todo tipo para utilizar e facilitar a transmissão da mensagem.
  • Tipografia: toda identidade visual utiliza textos nas suas comunicações. Para que a coerência visual esteja sempre presente, são escolhidas uma ou duas famílias tipográficas e suas variantes para serem sempre utilizadas. Elas podem até mesmo ser criadas exclusivamente para a marca.
  • Estampa: também pode fazer parte do repertório uma estampa repetitiva, que dá dinâmica ao visual da identidade.

Você conheceu, então, os elementos mais básicos que uma identidade visual precisa para ter um repertório completo. E agora? O que fazer com esses elementos? Chegou a hora deles brilharem: vamos colocar esses elementos nas aplicações!

+ Leia também – Como nasce uma identidade visual: nossa metodologia etapa por etapa

 

Quando o repertório brilha: as aplicações

Sua pequena empresa já tem um Manifesto de Marca e elementos visuais básicos. Por isso, chegou a hora de fazer tudo isso brilhar: nas aplicações da identidade visual! Seja no mundo real ou no mundo virtual, esses elementos vão ganhar vida em peças gráficas. Alguns exemplos de aplicações são:

  • Aplicações impressas/offline: cartão de visitas, papel de carta, envelope, folder, folhetos, uniformes, fachadas, veículos, outdoors, anúncios de jornal e revista, etc.
  • Aplicações virtuais/online: posts em redes sociais, anúncios digitais, fotos de perfil e de capa, site, newsletter, etc.

“Identidade não significa idêntico”, essa é uma frase super importante quando pensamos em um repertório que funciona nas suas aplicações. Ou seja, para a identidade visual ficar interessante, é importante que cada elemento do repertório se aplique de maneira diferente. Sendo assim, é necessário que a marca utilize cores diversas da paleta ao longo das aplicações, por exemplo, ao invés de apenas repetir uma delas – como o símbolo, por exemplo – exaustivamente.

A Marca Apaixonante para a Piece of Paper tem um repertório que conta com grafismos, cores e não tem símbolo na marca visual. Clique aqui para ver o projeto de Marca Apaixonante completo.

Como ter um repertório completo?

Um repertório completo, interessante e diverso é sinal de uma identidade que tem tudo para apaixonar as pessoas que mais precisam da sua empresa. Por isso, todas essas escolhas precisam ser feitas com consciência pensando nos diferenciais, nas forças, no cliente dos sonhos dessa marca, no que torna essa marca única e muito mais. Sendo assim, o desafio está em entender muito bem esses pontos muito antes de colocar qualquer ideia de visual no papel.

É por isso que, em todos os projetos de Marca Apaixonante que fazemos por aqui, existe uma fase inicial chamada Clareza Empreendedora. Através de inúmeras perguntas, a ideia é fazer um diagnóstico estratégico sobre essa marca. Sendo assim, é esse diagnóstico que vai nos ajudar a organizar e desenvolver uma estratégia de marca poderosa. Só aí estaremos preparados para começar a testar e criar visuais que representam muito bem essa estratégia. É por isso que afirmamos sempre: a marca não é apenas um desenho bonito, ela precisa ser criada com metodologia, técnica e embasamento.

+ Leia também – Faça você mesmo a marca da sua pequena empresa: sim ou não?

 

O repertório pode crescer?

Sim, o repertório pode e deve crescer! Assim que começa o projeto de Marca Apaixonante por aqui, nossos clientes escolhem um pacote que conta com um repertório específico, além da estratégia de marca. Por exemplo, digamos que o cliente escolheu um repertório com marca visual, paleta de cores e aplicações na papelaria que incluem cartão de visitas, papel de carta e envelope. Essa pessoa também optou por receber um kit virtual com templates para fazer postagens nas redes sociais.

Nesse caso, é criada a marca, o cliente faz o lançamento e a empresa começa a crescer cada vez mais. Chega, então, o momento de abrir uma loja própria para vender seus produtos. Por isso, essa loja vai precisar de uniformes, fachada e um veículo da empresa será adesivado com a identidade visual. O que acaba de acontecer? Usando os elementos básicos, a marca ganhará novas aplicações. Ou mesmo vai precisar de mais elementos para utilizar. Em todo caso, é natural e desejável que o repertório de aplicações da marca só cresça e se torne mais rico, completo e consistente conforme a empresa for crescendo também.

A Tartiner não tem símbolo na marca visual e tem uma família de embalagens com diversos sabores de pastas. Quando surge um sabor novo, criamos uma nova ilustração e a família cresce. Clique aqui para ver o projeto de Marca Apaixonante completo.

Esse repertório da marca nunca muda?

O repertório cresce e pode ser que, um dia, a pessoa empreendedora comece a perceber que aquele repertório não representa tão bem sua empresa. Ou seja, a mensagem não está chegando bem no cliente e os visuais não representam o que a empresa é atualmente. Por isso, mais do que alterar algo do repertório como a marca ou as cores, é o caso de fazer uma análise completa. Sendo assim, pondere se sua identidade visual inteira precisa ser repensada, desde a estratégia.

Dessa forma, você evita mudanças pequenas e pontuais como trocar o esquema de cores, por exemplo, que podem ser custosas e trabalhosas, para perceber que o problema estava na estrutura, na estratégia em si. Tenha sempre a estratégia da sua empresa em mente antes de tomar decisões com relação ao visual da sua marca!

+ Leia também – 5 sinais que sua identidade visual precisa ser redesenhada (e 3 razões pra não mudar)

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E você? Acredita que um símbolo é obrigatório para uma marca? Como tem sido sua experiência com sua pequena empresa? Conta para nós nos comentários!

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Melina e Raphael

Designers e apaixonados, somos sócios desde 2008. Especialistas em branding, ajudamos centenas de pessoas empreendedoras com grandes sonhos a terem uma Marca Apaixonante. Vamos criar juntos?

Autoria: Melina e Raphael
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