“Amo visuais lindos e tenho bom gosto, será que devo fazer a marca da minha empresa?” Design gráfico é uma área apaixonante. Basta uma entrada no Pinterest para fazer os olhos brilharem. Uma marca mais linda do que a outra aparece e é isso mesmo que você está buscando para sua empresa. Como resistir a mergulhar em um mundo de possibilidades, cores e formas para fazer sua própria marca a partir daquelas inspirações? Se você não é designer profissional, vale a pena respirar fundo e refletir antes de começar essa tarefa por conta própria.
“O design é o embaixador silencioso da sua marca.”
Paul Rand
Nós trabalhamos exclusivamente com marcas há mais de 15 anos e conhecemos muitas pessoas que decidiram criar a própria identidade visual. Na maioria das vezes, essas pessoas nos procuram depois, porque sentiram dificuldades para concluir o processo ou gastaram muito tempo sem chegar onde queriam. Neste artigo, vamos propor alguns pontos de reflexão. Queremos te ajudar a entender se esse caminho faz sentido para você e, principalmente, para a sua empresa.
1 – Existe um método?
Talvez você goste de design, já tenha ajudado pessoas próximas com identidades visuais ou adora brincar com cores e formas. E isso é ótimo! Ter afinidade com o universo visual é um ótimo começo. Mas quando chega a hora de cuidar da marca da própria empresa, vale fazer uma pausa e se perguntar: “existe um método por trás disso tudo?” É comum se encantar com o que viu no Pinterest ou no Instagram: marcas prontas, bem resolvidas, que parecem ter surgido num passe de mágica. Mas o que não aparece nesses posts é o caminho percorrido até ali. Cada identidade visual encantadora carrega por trás um processo longo, que envolve pesquisa, método e também tem a ver com experiência e conhecimentos específicos. E, talvez o mais importante: esse processo não começa buscando inspiração, e sim informação.
Criar uma identidade visual começa pelo entendimento profundo dos planos da empresa. Isso geralmente é feito com perguntas certeiras, entrevistas ou um bom mergulho nos objetivos e na essência do negócio. Depois disso, cada profissional de design tem seus próprios métodos e ferramentas, que organizam o caminho entre a estratégia e o visual, até que a marca tome forma. Se você estiver pensando em fazer a marca da sua empresa, reflita: você consegue visualizar esse passo a passo do começo ao fim? Se a resposta for não, significa que você não enxerga o caminho que vai percorrer. Por isso, começar sem um processo definido pode transformar o que era para ser um momento criativo e prazeroso em algo confuso e desgastante.
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2 – Qual será o investimento de tempo?
É tentador imaginar que a ideia perfeita para a sua marca vai surgir como um relâmpago, num momento de inspiração repentina. Mas, na prática, criar uma identidade visual não é rápido como um raio e sim um processo que exige tempo. Para você ter uma ideia, um projeto completo de Marca Apaixonante leva, em média, três meses entre o início e a entrega final. E isso porque é o que fazemos todos os dias, com foco total. Agora imagine encaixar essa dedicação num dia a dia cheio de tarefas como cuidar dos produtos ou serviços, pensar nas vendas, responder clientes, lidar com a burocracia, entre outros pontos. Sabemos bem como a rotina empreendedora pode ser intensa. Por isso, vale refletir: você tem tempo disponível para mergulhar nesse processo com a atenção que ele merece? Talvez seja o caso de buscar apoio. O mais importante é que a construção da sua marca não seja mais uma fonte de estresse no meio de tantas demandas.
A história da Piece of Paper ilustra bem isso. Essa papelaria fina, que cria cadernos feitos à mão com todo o cuidado do mundo, começou com uma marca desenvolvida pelos próprios sócios. Mas, quando chegou a hora de abrir a primeira loja física, eles perceberam que a identidade visual não refletia a delicadeza e o valor dos produtos. Foi então que desenvolvemos juntos uma nova identidade visual com cortes de papel formando imagens, ideias e sensações, entre outros elementos. O resultado foi uma marca à altura do que a Piece of Paper realmente oferece.
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A marca da Piece of Paper começou feita pelos próprios sócios, mas ganhou em percepção de valor e profissionalismo com o projeto de Marca Apaixonante. Veja o projeto completo.
3 – Você conhece as questões técnicas de uma marca?
Quando olhamos para uma marca prontinha, funcionando bem nas redes, nos materiais impressos e até nas embalagens, é fácil esquecer que por trás de cada aplicação existe um mundo técnico, invisível, mas essencial. Coisas como a redução da marca, o contraste com diferentes fundos, a área de proteção ao redor do desenho e até a escolha dos arquivos corretos para diferentes usos fazem muita diferença. Uma marca que não leva em conta esses detalhes pode acabar saindo com aparência desfocada, sem nitidez, borrada, entre outros problemas. Já viu uma logo que some quando fica pequena ou parece “embaçada” em alguma imagem? Isso é mais comum do que parece e pode comprometer a imagem da empresa sem que ninguém perceba exatamente o motivo.
Se você não trabalha com design, vale a pena dedicar um tempinho para entender ao menos os pontos técnicos mais básicos. É difícil virar expert do dia pra noite, mas a ideia é garantir que a sua marca não tenha problemas técnicos que podem ser evitados desde o início. Lembre-se: uma identidade visual precisa funcionar bem em todos os lugares onde sua marca vai estar presente.
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4 – E a sua bagagem visual, como está?
O sonho de toda marca é se destacar, ter uma personalidade própria e, assim, ir morar na cabeça e no coração das pessoas. E esse resultado tem muito a ver com a bagagem visual de quem vai criar a marca. Afinal, pessoas que trabalham com design olham para marcas e sistemas visuais todos os dias, por anos. Assim, tem um olhar mais treinado para perceber padrões e identificar se algo é um clichê ou uma tendência saturada. Mesmo assim, esses profissionais podem escorregar e criar uma marca parecida demais com outra, por exemplo. Agora imagine o desafio quando quem está fazendo a marca começou com bem menos bagagem, sem esse olhar um pouco mais afiado pela experiência. Nesse cenário, sua marca corre o perigo de parecer mais do mesmo e ser esquecida ou de ser confundida com uma concorrente. Isso pode significar ter que fazer uma mudança forçada, um redesenho que estava fora dos seus planos.
Foi com esse olhar cuidadoso que a fundadora da Förena decidiu que não valia a pena investir tempo tentando fazer tudo sozinha. Ela confiou em nosso processo para cuidar do nome e da identidade visual da sua marca de cosméticos. Enquanto isso ela se dedicou ao que mais ama: desenvolver as formulações dos produtos. O resultado foi uma Marca Apaixonante que comunica com clareza um dos maiores diferenciais da Förena: um cosmético que entrega mais de um benefício em cada produto.
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A Förena nasceu com nome e identidade visual feitas sob medida para a marca. Veja o projeto completo.
5 – Você sente que precisa da marca para começar?
Muita gente, assim que tem a ideia de abrir uma empresa, já começa a pensar na marca. E a gente entende: dá uma vontade enorme de ver o sonho ganhando cara. Mas às vezes, nesse impulso, a marca vira um bloqueio. Sem ela, você pode sentir que não dá pra seguir adiante. E aí tudo trava: os produtos ou serviços não são definidos, as redes sociais ficam paradas, e o projeto parece que não sai do lugar. Com poucos recursos disponíveis, a saída parece ser fazer tudo por conta própria, no improviso. Mas será que esse é por aí?
Na nossa experiência, muitas vezes vale mais começar pelo que já está nas suas mãos: colocar seu negócio pra rodar, testar, aprender, usar uma marca provisória e sentir na prática como ele se comporta. Quando as vendas começarem e a estratégia estiver mais clara, aí sim: é hora de investir numa identidade visual que traduza tudo o que sua empresa é.
Foi exatamente o que aconteceu com a fundadora da Opulim, uma empresa dedicada à decoração de festinhas infantis. No começo, ela mesma criou a marca e escolheu um nome ligado ao seu filho. Mas quando o negócio cresceu e ela tentou registrar a marca no INPI, o Instituto Nacional da Propriedade Industrial, descobriu que o nome já estava sendo usado. Foi esse momento, e o desejo de dar um passo mais profissional, que a trouxe até nós. Criamos juntos a Marca Apaixonante da Opulim: um nome lúdico e registrável, acompanhado de um visual pensado para destacar os temas mágicos e criativos das festinhas.
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A Opulim cresceu, e junto com esse novo momento veio também um novo nome e uma nova marca. Veja o projeto completo.
Conclusão: Será que vale a pena criar a própria marca?
Fazer a marca da sua empresa por conta própria vai exigir de você tempo, organização e um tanto de estudo. É importante ter clareza de que não se trata apenas de escolher uma cor bonita ou desenhar um símbolo legal: é um processo que envolve método e decisões técnicas. Antes de tudo, vem a estrutura da sua empresa e a marca precisa traduzir tudo aquilo que já existe no seu negócio. Uma reflexão importante é sobre a imagem que sua empresa está passando hoje. Se ela já vem ganhando forma e você está investindo no seu crescimento, talvez a marca feita por conta própria não esteja mais à altura dessa história. A comunicação visual fala e pode estar dizendo algo bem diferente daquilo que você quer transmitir.
Se for esse o seu caso, saiba que você não precisa fazer tudo por conta própria. Estamos aqui para caminhar com você nesse processo e criarmos sua Marca Apaixonante juntos!
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E você? Já se viu diante da missão de criar a marca da sua empresa com as próprias mãos? Como foi essa experiência? Compartilha com a gente nos comentários! Sua empresa precisa de uma Marca que apaixona de verdade? Vamos criar juntos, peça uma proposta.





